"Nanodesign" também pode ser aplicado a cartões de crédito e passaportes. Técnica ajudaria a prevenir falsificações, ao gravar marcas moleculares.

Mathias Kolle, Ullrich Steiner e Jeremy Baumberg, todos da universidade de Cambrigde, estudaram a espécie Papilio blumei. A grande dificuldade dos pesquisadores, predominante até agora, é que suas cores não são dependentes de pigmentos, mas de estruturas microscópicas que lembram embalagem de ovos. Por meio de procedimentos de nanofabricação, Kolle e seus colegas criaram cópias idênticas do nanodesign natural, que reproduziram com sucesso as cores vividas exibidas pelas borboletas.
"Essas estruturas artificiais poderiam ser usadas para criptografar informação em assinaturas óptica em cédulas ou outros itens de valor [como passaportes], para protegê-los contra fraudes e falsificações", explica Kolle.
A borboleta Papilio blumei é tão sofisticada que pode usar suas cores para acasalar - suas companheiras veem as asas azuis - ou para driblar predadores - para os quais as asas são verdes sobre o fundo predominantemente verde da vegetação. O estudo "Mimicking the colourful wing scale structure of the Papilio blumei butterfly" foi publicado na revista "Nature Nanotechnology".
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/05/cientistas-querem-usar-estrutura-de-asa-de-borboleta-para-fazer-cedulas.html
Mais uma novidade para o nosso blog! Estou adorando!! :)
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